Game over

– Filha, hoje o papai vai chegar tarde. Você quer ir lá na sala jogar vídeo-game com a mamãe?
– Hmm, tá bom mamãe. Mas deixa eu pegar um jogo de criança porque esse do Panda é muito difícil pra você.

(Maria Fernanda, 4 anos)

Enviado pela Lilian Mattei

Lápis cocolirus

A Fefê estva na cadeirinha do carro, quando viu pela janela uma escola municipal com o nome da escrito numa caixona de lápis coloridos gigantes. No mesmo momento ela gritou:

– Olha papai! Lápis cocolirus!

(Maria Fernanda, 2 anos)

Enviado pelo Fernando Mattei

Peidando para sempre

A Maria Eduarda viu o vovô soltando um “pum” bem longo e em seguida comentou:

– Mãe, acho que o vô tomou a poção “peidando para sempre” do Shrek.

(Maria Eduarda, 4 anos)

Enviado pelo Fernando Mattei

Visão de carreira

Estávamos passeando de carro com nossos sobrinhos (são dois irmãos gêmeos) e começamos a falar sobre profissões. Eu disse:

– Acho que o Dani vai ser pediatra…
– É? Por que? – ele respondeu inocentemente.
– Por que você gosta de crianças.
– É verdade – ele respondeu mais inocentemente ainda.

Foi então que o Fê perguntou:

– Tio, e eu?

Como o Fê é mais racional que o Dan, eu disse:

– Administrador ou engenheiro.

Então ele pergunta de bate-pronto:

– Qual dá mais dinheiro?

(Felipe e Danilo, 7 anos)
Enviado por Márcio Miqui

Meu pai come pouco…

Um dia eu estava em casa com a família do meu irmão e pedimos esfihas para o jantar. De repente, toca o interfone e o porteiro diz que já a encomenda já chegou. Como meu irmão estava dormindo no sofá, falei para o meu sobrinho:

– Dan, vamos descer com o tio para buscar as esfihas?

E ele foi comigo. No elevador, eu fui irônico:

– Pedimos “só” 200 esfihas, será que dá?

No que ele respondeu na lata:

– Acho que sim, meu pai tá dormindo.

(Danilo, 8 anos)

Enviado pelo Márcio Miqui

Mulata de Carnaval

Minha filha, Beatriz, quando tinha 6 anos, estava entretida com um programa de TV onde algumas mulatas concorriam ao título de Musa do Carnaval. Chamou-me entusiasmada e eu fui atendê-la. Chegando no quarto ela diz:

– Mãe, já sei o que quero ser quando crescer!
– O que, filha?
– Quero dançar na TV igual essas mulheres aí!

Olho para a TV e vejo uma das representantes que rebolava freneticamente, praticamente sem roupa alguma e digo:

– Mas você vai ter coragem de aparecer com esses biquinis minúsculos na TV?
– Quero o meu rosa e com muito brilho!

(Beatriz, 6 anos)

Enviado pela Luciana Franco

Eu não tenho limites

Alguns amigos foram jantar em casa e, passando pela sala, resolvi brincar com o filho deles e fiz cócegas em sua barriga. Pra quê… o menino saiu correndo atrás de mim, pulou no meu pescoço e começamos uma “lutinha” ali mesmo. Passados alguns minutos, o tio aqui resolveu pedir “arrego” e eu soltei:

– Ufa! Mas você tá forte, hein!? Mas agora é hora de parar, né?

Ao que o menino devolveu:

– Não tio, não adianta. Eu não tenho limites. Eu nunca sei a hora de parar…

(Vitor, 7 anos)

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Morando no céu

Estávamos vendo o álbum de casamento do meu pai e o meu sobrinho começou a comentar:

-Aqui está a mamãe, a vovó, a Deza… mas cadê eu?

Minha irmã explicou que ele ainda morava no céu quando o vovô casou e que Deus ainda estava preparando o momento de sua chegada. Ele não falou nada.

Dois dias depois, a família estava sentada à mesa e ele soltou:

-Mamãe, faz teeempo que eu pulei do céu… o céu é lá looonge… tô com uma saudade!

(Fábio, 5 anos)

Enviado pela Helena