– Ah, mãe, o que realmente importa nessa vida é a saúde, o amor… e a reciclagem, né?
(Luiza, 6 anos)
As pérolas das nossas pérolas
– Ah, mãe, o que realmente importa nessa vida é a saúde, o amor… e a reciclagem, né?
(Luiza, 6 anos)
– Mamãe, vou ficar trinta dias de férias. Quais são os seus planos?
(Helena, 6 anos)
Estávamos eu, meu marido e meu filho conversando:
– Mamãe, quantas pessoas existem no mundo?
– Sete bilhões, filho.
– Contando nós três?
(Santiago, 5 anos)
– Filha, quem vai ser seu par na festa junina?
– Mamãe, já troquei tanto de par que acho até que vou ser ímpar.
(Maria Fernanda, 6 anos)
– Vó, tô penteando o cabelo de vovô para ele ir bem bonito na padaria.
Aí a moça da padaria vai falar assim: “Oi, Lis, hoje seu avô tá um gato!”
– O que, Lis?! O que a moça da padaria vai falar do seu avô?
– Ahhh… ela vai falar: “Oi, Lis, hoje seu avô tá menos feio!”
(Lis, 5 anos)
– Mãe, que dia é amanhã?
– É depois que você dormir, filha.
No outro dia, assim que ela acordou, correu no meu quarto e perguntou:
– Mãe, hoje é amanhã?
– Não, filha. Hoje é hoje.
– Mãe, você está me enganando.
(Priscila, 5 anos)
– Mãe, meu amigo Davi tem signo de unicórnio, igual você.
– Unicórnio?
– Sim! Quem faz aniversário em janeiro tem esse signo.
(Lis, 7 anos)
– Profe, semana que vem é dia de Corpos Tristes, né?!
(Ana Beatriz, 8 anos)
Na cantina da escola:
– Tia, quero um salgado e um suco. Alice, com as mãos fechadas, estica os braços para pagar. Mas quando abre as mãos não tem nada.
A tia da cantina perguntou:
– Cadê o dinheiro, Alice?
– Tá aí! Você não aceita dinheiro imaginário?
(Alice, 3 anos)
– Quando Papai do Céu era criança ele se chamava só “do céu”?
(André, 5 anos)