– Gosto de cachorros porque eles parecem crianças!
(Lívia, 3 anos)
As pérolas das nossas pérolas
– Gosto de cachorros porque eles parecem crianças!
(Lívia, 3 anos)
Estava no mercado com o Miguel e passamos pelo corredor de rações. Vi uma com a foto de um cachorro e expliquei:
– Essa é comida do cachorrinho.
E ele, vendo um gato em outra embalagem:
– E essa é do gatinho.
– Isso mesmo.
Depois, entramos no corredor onde tinha um desinfetante Pato Purific e ele:
– E essa é a comida do patinho!
(Miguel, 3 anos)
Uma amiga minha mandou uma mensagem de áudio via WhatsApp para o Matheus:
– Oi, Matheus, você foi na aulinha de funcional hoje?
Ele prontamente respondeu:
– Sim! Eu fui na aulinha e já tô funcionando!
(Matheus, 4 anos)
Sou enfermeira e estava trabalhando na linha de frente durante a pandemia, longe de casa e da família. Quando encontrei meu filho, eu o abracei toda enrolada em panos. Assim que saí, minha irmã enviou uma mensagem sobre um comentário dele:
– Quando vi minha mãe, eu fiquei tão feliz quanto um rato com um queijo na mão.
(Bento, 5 anos)
Um parente distante faleceu e passamos no velório rapidinho, só para acolher a família. Na hora de ir embora, o Diogo falou bem alto:
– Mas, mamãe, a gente não pode ir embora antes de cantar parabéns!
(Diogo, 3 anos)
Depois de ouvir a história do Saci, o Cadu quis brincar:
– Mamãe, eu vou ser o Saci. E você, quer ser “assassina”?
(Cadu, 4 anos)
– Mamãe, vamos jogar futebol?
– Vamos.
– Então vamos fazer um combinado? Se eu ganhar, você me dá uma surpresa.
– E se a mamãe ganhar?
– Aí você não me dá a surpresa!
(Arthur, 4 anos)
Estava incentivando meu filho a praticar leitura com a professora na escola:
– Filho, o que você fez hoje na escola?
– Fomos no parquinho e lemos um livro.
– Que legal! E você ajudou a sua professora a ler?
– Não! Ela já sabe.
(Paco, 6 anos)
Eu estava assistindo uma live pelo celular. Daniel olhou a tela e pensou que eu estava numa ligação com a psicóloga dele. Todo simpático, ele acenou:
– Oi, tia Regina!
– Ela não é a tia Regina, filho. É só parecida.
Ele acenou novamente:
– Oi, Parecida!
(Daniel, 2 anos)
Pedimos para Mariana desenhar um balão no computador. Ela fez um monte de rabiscos na tela e meu irmão comentou:
– Mas, isso não é um balão!
E ela, no mesmo instante:
– É porque está estourado.
(Mariana, 2 anos)