Estávamos no parquinho com nossos filhos, a avó e uma priminha. Eis que Emília pediu ao meu esposo:

– Você pode balançar mais alto?

Meu esposo pegou mais impulso e ela tornou a pedir mais velocidade, mais algumas vezes seguidas. Meu esposo então soltou:

– Mais alto? Tá doida? Assim você vai sair voando.

– Eu não sou doida, eu só gosto do perigo!

(Emília, 6 anos)

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